Show Mama Kalunga

A cantora apresenta o quinto álbum, Mama Kalunga. Em 2016, O CD foi indicado como Melhor Disco no 27º Prêmio da Música Brasileira e Virgínia ganhou o prêmio de melhor cantora.

Uma baiana falando de seu povo e de sua religião para o mundo. Uma diáspora, um espraiar-se traduzidos na translação de uma grande artista. Virgínia Rodrigues – energia centrífuga – abala canções negras em tempos de guerra.

Uma das cantoras mais respeitadas no circuito de Festivais Internacionais de Jazz e World Music, Virgínia já cantou em palcos importantes como Carnegie Hall (Nova York), Hollywood Bowl (Los Angeles), Blue Note (Nova York e Paris), The Barbican (Londres), Queen Elizabeth Hall (Londres), Royal Albert Hall (Londres), além de ter passado por países como Malásia, Canadá, Nova Zelândia, Austrália e Marrocos.

De origem humilde, sua formação musical se deu através de corais de igreja e do que ouvia em seu rádio de pilha. Com uma sofisticação musical sem igual, aliada ao despojamento e intensa energia de palco, emociona a plateia com seu canto poderoso e aveludado, que transita entre o erudito e o popular.

A história da cantora ficou tão conhecida internacionalmente, que os jornalistas americanos a apelidaram de Cinderela brasileira. Ex-manicure, já no lançamento de seu primeiro disco, realizou duas turnês pelos Estados Unidos e uma na Europa, recebendo ótimas críticas de veículos do porte do Jornal The New York Times, Le Monde e revistas especializadas como All Music Guide e Rolling Stones, além de ter sido entrevistada por David Barnie para TV americana.

Descoberta pelo diretor de teatro Marcio Meirelles em 1994, foi convidada a integrar o Bando de Teatro Olodum. Em uma das apresentações, quem estava na plateia e se encantou com Virgínia foi Caetano Veloso. A cantora passou a integrar o casting da gravadora Natasha Records e foi lançada por Caetano no Brasil e no exterior.

Caetano fez a direção artística dos três primeiros discos, que foram lançados no Brasil, Europa e Estados Unidos: SOL NEGRO, lançado em 1997 e NÓS, em 2000, que tiveram produção musical de Celso Fonseca; e MARES PROFUNDOS, lançado em 2002, com produção musical de Luís Brasil.

Em 2008, Virgínia lança RECOMEÇO, produzido por Cristóvão Bastos, que apresenta clássicos do cancioneiro brasileiro em tom camerístico, lançado pela Biscoito Fino. Em 2015, Virgínia lançou seu quinto disco, Mama Kalunga, com direção musical de Tiganá Santana e Sebastian Notini, lançado pela Casa de Fulô. MAMA KALUNGA foi indicado como melhor álbum e Virgínia ganhou prêmio de melhor cantora no 27º Prêmio da Música Brasileira, além de ter rendido turnê na Europa e África em 2016 e turnê prevista na Europa em abril e nos Estados Unidos em setembro de 2018.

MAMA KALUNGA é uma reverência a cultura africana.  Sempre acompanhada de excelentes músicos, a cantora divide os palcos com os violões de Leonardo Mendes e Bernardo Bosísio, violoncelo de Iura Ranevsky e percussões de Marco Lobo e Sebastian Notini.  O repertório conta com composições de criadores negros de gerações e lugares distintos: a partir de uma relevante visita a Abigail Moura, Geraldo Filme, Moacir Santos, Nei Lopes, Paulinho da Viola, Roberto Mendes, Nizaldo Costa e Ederaldo Gentil, até singrar o tecido inventivo de contemporâneos como Gilson Nascimento e Tiganá Santana.

Além do show MAMA KALUNGA, em 2017 a cantora também está nos palcos com o show VIRGÍNIA RODRIGUES – 20 ANOS DE CARREIRA, trazendo uma seleção de canções que fizeram sucesso em sua​ voz ​ao longo desses 20 anos, desde seu primeiro álbum SOL NEGRO até o seu trabalho atual MAMA KALUNGA. No repertório, músicas como “Labareda” (Baden Powell), “Oju Obá” (Caetano Veloso), “Noite de Temporal” (Dorival Caymmi) e “Vá Cuidar de Sua Vida” (Geraldo Filme), contam a trajetória brilhante desta grande artista.

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Release Show Mama Kalunga

The singer presents her fifth album Mama Kalunga. In 2016, the CD was nominated for Best Album at the 27o Prêmio da Música Brasileira, and Virgínia received the award for Best Female Artist in the MPB (Brazilian Popular Music) category.

A Bahian woman telling the world about her people and her religion: an expanding diaspora, translated into the voice of a great artist. Virgínia Rodrigues – a centrifugal force – shaking up the songs of black people, in times of war.

One of the most respected artists on the International Circuit of Jazz and World Music Festivals, Virgínia has sung on important stages such as the Carnegie Hall (New York), the Hollywood Bowl (Los Angeles), the Blue Note (New York and Paris), the Barbican (London), the Queen Elizabeth Hall (London) and the Royal Albert Hall (London), as well as performing in countries such as Malaysia, Canada, New Zealand, Australia and Morocco.

Of humble origin, her musical education comes from church choirs and listening to her transistor radio. With her unparalleled musical sophistication, together with her simplicity and intense energy on stage, she electrifies audiences with her powerful, velvety voice, which ranges from the erudite to the popular.

The story of Virgínia Rodrigues, the singer from Bahia, became so well known internationally that American journalists nicknamed her the Brazilian Cinderella. Ex-manicurist, on the release of her first album, she did two tours of the United States and one of Europe, receiving rapturous reviews from respected media vehicles, such as the New York Times and Le Monde and from specialist publications, such as the All Music Guide and Rolling Stone, as well as being interviewed by David Barnie for American television.

Discovered by the theatre director Marcio Meirelles in 1994, she was invited to join the Bando de Teatro Olodum. At one of her performances Virgínia enchanted Caetano Veloso, who was in the audience. Caetano and Natasha Records signed her up and launched the artist in Brazil and abroad.

Caetano provided the artistic direction for her first three albums: SOL NEGRO released in 1997, NÓS released in 2000 with musical production by Celso Fonseca, and MARES PROFUNDOS released in 2002, with musical production by Luís Brasil.

In 2008, Virgínia releases RECOMEÇO, produced by Cristóvão Bastos, presenting Brazilian songbook classics in chamber music tones, on the record label Biscoito Fino.  In 2015, Virgínia brought out her fifth album, Mama Kalunga, with musical direction by Tiganá Santana and Sebastian Nitini and released by Casa de Fulô. MAMA KALUNGA was nominated for best album at the 27o Prêmio da Música Brasileira and Virgínia received the award for Best Female Artist in the MPB category. The album also resulted in tours in Europe and Africa in 2016, with a European tour planned for April, 2018 and another in September, 2018 to the United States.

MAMA KALUNGA pays homage to African Culture. Always accompanied by excellent musicians, the artist shares the stage with Leonardo Mendes and Bernardo Bosísio (guitar), Yura Ranevsky (cello) and Marco Lobo and Sebastian Notini (percussion). The repertoire features work by black composers from different generations and places. After a relevant visit to Abigail Moura, Geraldo Filme, Moacir Santos, Nei Lopes, Paulinho da Viola, Roberto Mendes, Nizaldo Costa and Ederaldo Gentil, it moves on to the inventive work of contemporaries such as Gilson Nascimento and Tiganá Santana.

In 2017, As well as presenting the show MAMA KALUNGA, the artist is also on stage with the show VIRGÍNIA RODRIGUES – 20 ANOS DE CARREIRA, presenting a compilation of her most successful interpretations, over the course of the last 20 years, from her debut album SOL NEGRO, right up to her present work, MAMA KALUNGA. Songs such as “Labareda” (Baden Powell), “Oju Obá” (Caetano Veloso), “Noite de Temporal” (Dorival Caymmi) and “Vá Cuidar de Sua Vida” (Geraldo Filme), bare testimony to the brilliant trajectory of this great artist. 

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Show 20 anos de Carreira – Virgínia Rodrigues

O projeto “20 anos de Carreira – Virgínia Rodrigues” é uma reunião dos maiores sucesso de uma das maiores cantoras da atualidade. 

O projeto ‘20 anos de Carreira – Virgínia Rodrigues’ é a reunião dos maiores sucesso de uma das maiores cantoras da atualidade. 

O show apresenta um apanhado das canções que fizeram grande sucesso na voz de Virgínia Rodrigues em sua carreira, desde ter sido descoberta por Caetano Veloso, no bando de teatro Olodum. 

O trabalho de Virgínia agrega o que há de mais sofisticado e rico na música popular brasileira. E a carreira de 20 anos de uma diva, como Virgínia Rodrigues, merece ser comemorado.

São 15 músicas, que trazem uma Virgínia Rodrigues bem situada na sua maturidade artística. O repertório, composto por compositores negros, traz Tiganá Santana, Baden Powell, Dorival Caymmi, Geraldo Filme, entre outros.

Sempre acompanhada de excelentes músicos, Virgínia dividirá o palco com Bernardo Bosisio e Léo Mendes no violão, Marco Lobo na percussão e Iura Ranevsky no violoncelo.

Iura Ranevsky também assina a direção musical dos shows.

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Release Show 20 years of a Career

The project “20 years of a Career – Virgínia Rodrigues” brings together the greatest successes of one of today’s greatest artists.


The show will present a compilation of her most successful interpretations, dating back to the time she was discovered by Caetano Veloso in the Bando de Teatro Olodum. Lura Ranevsky is in charge of musical direction.

Virgínia’s work brings together all that is sophisticated and rich in Brazilian popular music. And the 20-year career of a diva such as Virgínia Rodrigues, deserves to be commemorated.

There will be 15 songs, presenting a Virgínia Rodrigues comfortable in her artistic maturity. The repertoire is culled from the work of black composers such as Tiganá Santana, Baden Powell, Dorival Caymmi, Geraldo Filme, among others.

Always accompanied by excellent musicians, Virginia shares the stage with Bernardo Bosisio and Léo Mendes (guitar) Marco Lobo (percussion) and Yura Ranevsky (cello).

Yura Ranevsky is also in charge of the show’s musical direction.

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